Fique de olho para não excluir candidatos interessantes


Aviso aos recrutadores. A experiência me ensina cada vez a tentar pensar além do óbvio. Cuidado para não eliminar precocemente candidatos por estarem em outro tipo e tamanho de empresa. Muitas vezes, eles podem estar habilitados para a posição. Por exemplo, um executivo acostumado numa grande empresa multinacional – não dá para ter uma análise preconceituosa de que ele é “mal acostumado” em grandes estruturas e por isso não “bota a mão na massa”. Há até um senso comum e certo pré-conceito. Mas, ao contrário, talvez ele esteja justamente ávido por uma oportunidade de trabalhar num ambiente menor e com menos política corporativa.

Por sua vez, o candidato precisa também estar atento. E demonstrar o seu real interesse e empolgação com a vaga. Funciona como uma via de mão dupla. Quanto mais sincera e transparente for essa relação, maiores são as chances de ser encontrada a pessoa certa. Com a complexidade dos cargos e organizações, não podemos nos acomodar com descrições de cargos simplistas ou análise superficiais. E quem não transmitir no currículo ou entrevista suas habilidades e ambições, vai ver o trem passar.



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